Estava eu a caminho de Manipal, de volta da minha segunda ida a Goa, quando recebo uma sms das minhas tugas a dizer que o pessoal do IAESTE quer que a gente faça uma actuação de alguma coisa tipicamente portuguesa para a noite internacional do IAESTE.
Ora bem, este evento é praticamente uma gala em que tínhamos que nos vestir à indiana e actuar perante pessoas importantíssimas do MIT, entre eles o meu professor. E nós a termos que actuar…ai ai, nas coisas que eu me meto!
A ideia era as meninas cantarem o Malhão Malhão e a Laurindinha enquanto o Afonso tocava djambé! Ora aí está a receita para o sucesso!
O evento era na sala de conferencias do Valley View Hotel, a 300 metros da nossa casa. Como bons portugueses que somos, chegamos atrasados e sem nada preparado nem ensaiado. E quase que perdemos o início das hostilidades que é feiro com um discurso todo formal dos, muito preocupados, membros do IAESTE.
O espectáculo começa com a actuação dos Nick com o Benoir a cantar e tocar muito bem uma musica que eles próprios escreveram….começava bem! De seguida foram as Jelenas (servia e croata) que cantaram uma música em hindi que tinham estado uma semana a ensaiar…. estávamos destinados a ser humilhados…..
A terceira actuação já não vimos porque nos chamaram para os bastidores…nós éramos a seguir! Lá atrás do palco, decidimos mesmo o que íamos cantar, por que ordem e revíamos as letras enquanto o Afonso tentava perceber como é que ia tocar o djambé, que ainda hoje permanece o mistério de onde é que ele foi desencantar aquilo.
Assim que entramos em palco, dá-me imediatamente um ataque de riso por ver tanta luz apontada a mim…ia correr bem ia.
Começamos por cantar a Laurindinha. Sempre com alegria e um sorriso nos lábios, a bater palmas e a evitar, sempre que possível, olhar para a audiência, na qual se encontrava o meu professor.
Curiosamente, esquecemo-nos as três da última estrofe e desatamo-nos a rir umas para as outras enquanto o Afonso se esforçava para não perder o seu ritmo (1, 2, 1, 2, 3!!!). A Francisca salva a situação ao dizer: Now, another song!
E aí começa a alegria, o Malhão Malhão… Desta vez já não nos engana e corre tudo bem. Acabamos a agradecer com um sonoro e pausado “Obrigada” e descemos para os bastidores onde, assim que olhamos uns para os outros, nos desmanchamos a rir! Rimos tanto que até com a música da actuação seguinte, nos conseguiram ouvir na plateia!
Esta actuação era a das meninas mexicanas. Ambas meninas dos bailados, tinham estado a tarde toda a ensaiar uma coreografia excelente feita por elas que interpretaram com uma graciosidade e sensualidade tais que estava a ver que os professores todos se passavam e as expulsavam da Índia.
Por último foram as espanholas que fizeram uma caricatura do que era um dia normal em Espanha e na índia!
Nós fomos claramente a desgraça daquele evento.

Ora bem, este evento é praticamente uma gala em que tínhamos que nos vestir à indiana e actuar perante pessoas importantíssimas do MIT, entre eles o meu professor. E nós a termos que actuar…ai ai, nas coisas que eu me meto!
A ideia era as meninas cantarem o Malhão Malhão e a Laurindinha enquanto o Afonso tocava djambé! Ora aí está a receita para o sucesso!
O espectáculo começa com a actuação dos Nick com o Benoir a cantar e tocar muito bem uma musica que eles próprios escreveram….começava bem! De seguida foram as Jelenas (servia e croata) que cantaram uma música em hindi que tinham estado uma semana a ensaiar…. estávamos destinados a ser humilhados…..
A terceira actuação já não vimos porque nos chamaram para os bastidores…nós éramos a seguir! Lá atrás do palco, decidimos mesmo o que íamos cantar, por que ordem e revíamos as letras enquanto o Afonso tentava perceber como é que ia tocar o djambé, que ainda hoje permanece o mistério de onde é que ele foi desencantar aquilo.
Assim que entramos em palco, dá-me imediatamente um ataque de riso por ver tanta luz apontada a mim…ia correr bem ia.

Começamos por cantar a Laurindinha. Sempre com alegria e um sorriso nos lábios, a bater palmas e a evitar, sempre que possível, olhar para a audiência, na qual se encontrava o meu professor.
Curiosamente, esquecemo-nos as três da última estrofe e desatamo-nos a rir umas para as outras enquanto o Afonso se esforçava para não perder o seu ritmo (1, 2, 1, 2, 3!!!). A Francisca salva a situação ao dizer: Now, another song!
E aí começa a alegria, o Malhão Malhão… Desta vez já não nos engana e corre tudo bem. Acabamos a agradecer com um sonoro e pausado “Obrigada” e descemos para os bastidores onde, assim que olhamos uns para os outros, nos desmanchamos a rir! Rimos tanto que até com a música da actuação seguinte, nos conseguiram ouvir na plateia!
Esta actuação era a das meninas mexicanas. Ambas meninas dos bailados, tinham estado a tarde toda a ensaiar uma coreografia excelente feita por elas que interpretaram com uma graciosidade e sensualidade tais que estava a ver que os professores todos se passavam e as expulsavam da Índia.
Por último foram as espanholas que fizeram uma caricatura do que era um dia normal em Espanha e na índia!
Nós fomos claramente a desgraça daquele evento.
Seguiu-se um óptimo jantar indiano. É impressionante como a comida indiana, quando bem cozinhada, mesmo com um bocadinho de picante pode ser excelente. Até lambemos os dedos…literalmente!
Para nosso espanto, durante o jantar todos nos vieram felicitar pela nossa actuação. Tinham todos ficado muito bem impressionados com a alegria da música portuguesa. Um dos indianos chegou a dizer: vocês estavam tão bem ensaiados!! Enganamo-los bem, pelos vistos..

Para nosso espanto, durante o jantar todos nos vieram felicitar pela nossa actuação. Tinham todos ficado muito bem impressionados com a alegria da música portuguesa. Um dos indianos chegou a dizer: vocês estavam tão bem ensaiados!! Enganamo-los bem, pelos vistos..A festarola seguiu para o Edge. Nunca tínhamos saído todos juntos e estamos todos com um belo espírito e fatamo-nos de dançar e gozar tudo mais. A noite acabou quando, à uma da manha, nos expulsaram da discoteca. Já cá fora, pediram-nos para fazermos um encore da nossa actuação. Contra todas as expectativas, fomos um verdadeiro sucesso. Giro, giro foi quando nos
pediram para explicar o significado das nossas letras. Ora, Malhão….Malhão, is a guy, a guy that eats and drinks all the time and Laurindinha is a girl that stays at the window watching her love that is going off to war!
Foi neste ponto que os desapontamos: as vossas letras eram sobre isso??? Os portugueses são estranhos, hã!
Foi neste ponto que os desapontamos: as vossas letras eram sobre isso??? Os portugueses são estranhos, hã!
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