Sunday, May 11, 2008
Friday, May 2, 2008
Última noite em Manipal, Bangalore , regresso a casa e rescaldo
Depois de vir da praia, passei a tarde em arrumações…o facto da minha mala ter fechado foi um verdadeiro milagre da física!

À noite, convidei o pessoal todo para jantar ao Tasty Bite…o meu restaurante de eleição (nos últimos dias fiz questão de ir comer aos sítios preferidos e pedir só os preferidos…….nem precisava de ver a lista.

O jantar foi óptimo…muito concorrido…para muito espanto meu até foi toda a gente que estava em Manipal e até os que iam embora nessa noite (visto que era sexta feira) apareceram para me dar uma beijoca. Nunca pensei que me afectasse tanto, mas estava muito nervosa e nem conseguia esconder isso dos outros. No final lá recebi a foto da praxe feita pelo Mike. Recusei-me a ler na altura porque isso teria sido o descalabro total de uma noite inteira de contenção!
A seguir fomos para o Sky Lounge……essa maravilha! Foi uma noite muito bem passada e até passaram algumas das músicas do cd que lhes fiz.
No último dia, combinei almoçar com no Dollops com o pessoal mais próximo que estava lá. As meninas, o Afonso, Red Nick , Mark, Sebastian, Mike, Lauri….. mais uma vez, foi uma refeição de nervos....
Como o pessoal do IAESTE inventou uma desculpa qualquer para não me marcar o táxi para o aeroporto, arranjei um no TC…700 rupias por duas horas de viagem…não é mau!
Levou-nos até casa onde fizemos as despedidas. Estava óptima no meu papel de forte e que nada me estava a afecta até abraçar a Catalina…aí veio o rio de lágrimas….que não pararam até chegar ao aeroporto.
Mas o que é que eu tinha na cabeça???? Quero lá saber de Bangalore para alguma coisa!! Quero é ficar mais tempo com esta gente que muito possivelmente nunca mais vou ver, mas que nestes três meses foram a minha família! Quero ir a mais um jantar e festa com eles, quero é ir à praia mais uma vez.

Mas em vez disso vou sozinha a Bangalore, uma cidade gigante em que não consigo passar despercebida e que, espantosamente, tenho um certo receio de andar na rua…..muito bom.
Ainda por cima, como perdi o cartão multibanco, tenho de andar a contar tostões não vá o pessoal da British Airways decidir cobrar-me o peso a mais que, claramente, tenho! Por cima nem posso pagar um gajo qualquer para me fazer um tour pela cidade! Resultado, passei a maior parte do dia fechada no quarto do hotel, que era muito bom para padrões indianos. Mais uma vez….abençoada TV cabo!
Para além disto, ainda tinha que descobrir uma maneira de ir para o aeroporto às 4 da matina……esta escolha de itinerário estava-se a revelar um erro crasso! Ainda não estava em casa, mas também já não estava com os meus amigos, estava sozinha e sem dinheiro numa cidade estranha numa altura que estava triste por perceber que, quer eu queira quer não, esta aventura estava mesmo a chegar ao fim!
A minha sorte foi que o taxista que me levou ao hotel disse que eu podia contar com ele para a viagem de regresso ao aeroporto. Cobrou-me mais do que eu estava à espera, mas, no meio daquilo tudo, o Shua Kumar foi simpatiquíssimo para mim.
Finalmente estava no aeroporto a iniciar uma viagem de 16 horas que me levava de regresso a casa. A viagem foi agradável, de novo no meio de dois indianos e a ver muitos filmes.
Por esta altura já estava com o chip ligado nos preços indianos e estranhei, quando, no aeroporto de Londres paguei por uma sandes, o mesmo que paguei por uma noite num hotel de três estrelas em Bangalore!
Quando aterrei em Lisboa, cansada, exausta e vestida à indiana pensei…estou em CASA!
Olhando três meses para trás penso:
Com a alegria de saber que tinha a oportunidade de fazer um estágio no estrangeiro com o IAESTE veio também a agonia da escolha do local….deixa cá ver qual será o país que me proporcionará o maior dsafio? Índia, é isso! No entanto, depois de tomada a decisão, marcada a viagem e tratados todos os pormenores veio a duvida: mas o que é que me passou pela cabeça para querer ir para a Índia sozinha durante 3 meses????
Mas agora, já regressada a Portugal, percebo que esta estadia na Índia foi a viagem da minha vida e uma experiencia que nunca vou esquecer. Conheci pessoas fantásticas, testei os meus limites e vivi num país cheio de contrastes que tem tanto de mágico como de estarnho!
Regresso com a certeza que nunca mais vou ter a vida que tive na Índia:
trabalhar das 9:30 às 16:30;
duas horas de almoço;
não cozinhar;
não limpar;
não lavar roupa (sou a interior..ah ah)
jantar fora todos os dias com os amigos todos
fazer refeições completas por dois euros
ter 100 sms de borla por dia
viagar todos os fins de semana
estar em contante contacto com as mais diversas culturas
e principalmente...passar dias inteiros a rir desalmadamente
Aconselho a todos a experimentar!
Adeus e até uma proxima aventura!

À noite, convidei o pessoal todo para jantar ao Tasty Bite…o meu restaurante de eleição (nos últimos dias fiz questão de ir comer aos sítios preferidos e pedir só os preferidos…….nem precisava de ver a lista.

O jantar foi óptimo…muito concorrido…para muito espanto meu até foi toda a gente que estava em Manipal e até os que iam embora nessa noite (visto que era sexta feira) apareceram para me dar uma beijoca. Nunca pensei que me afectasse tanto, mas estava muito nervosa e nem conseguia esconder isso dos outros. No final lá recebi a foto da praxe feita pelo Mike. Recusei-me a ler na altura porque isso teria sido o descalabro total de uma noite inteira de contenção!
A seguir fomos para o Sky Lounge……essa maravilha! Foi uma noite muito bem passada e até passaram algumas das músicas do cd que lhes fiz.
No último dia, combinei almoçar com no Dollops com o pessoal mais próximo que estava lá. As meninas, o Afonso, Red Nick , Mark, Sebastian, Mike, Lauri….. mais uma vez, foi uma refeição de nervos....Como o pessoal do IAESTE inventou uma desculpa qualquer para não me marcar o táxi para o aeroporto, arranjei um no TC…700 rupias por duas horas de viagem…não é mau!
Levou-nos até casa onde fizemos as despedidas. Estava óptima no meu papel de forte e que nada me estava a afecta até abraçar a Catalina…aí veio o rio de lágrimas….que não pararam até chegar ao aeroporto.
Mas o que é que eu tinha na cabeça???? Quero lá saber de Bangalore para alguma coisa!! Quero é ficar mais tempo com esta gente que muito possivelmente nunca mais vou ver, mas que nestes três meses foram a minha família! Quero ir a mais um jantar e festa com eles, quero é ir à praia mais uma vez.

Mas em vez disso vou sozinha a Bangalore, uma cidade gigante em que não consigo passar despercebida e que, espantosamente, tenho um certo receio de andar na rua…..muito bom.
Ainda por cima, como perdi o cartão multibanco, tenho de andar a contar tostões não vá o pessoal da British Airways decidir cobrar-me o peso a mais que, claramente, tenho! Por cima nem posso pagar um gajo qualquer para me fazer um tour pela cidade! Resultado, passei a maior parte do dia fechada no quarto do hotel, que era muito bom para padrões indianos. Mais uma vez….abençoada TV cabo!
Para além disto, ainda tinha que descobrir uma maneira de ir para o aeroporto às 4 da matina……esta escolha de itinerário estava-se a revelar um erro crasso! Ainda não estava em casa, mas também já não estava com os meus amigos, estava sozinha e sem dinheiro numa cidade estranha numa altura que estava triste por perceber que, quer eu queira quer não, esta aventura estava mesmo a chegar ao fim!
A minha sorte foi que o taxista que me levou ao hotel disse que eu podia contar com ele para a viagem de regresso ao aeroporto. Cobrou-me mais do que eu estava à espera, mas, no meio daquilo tudo, o Shua Kumar foi simpatiquíssimo para mim.
Finalmente estava no aeroporto a iniciar uma viagem de 16 horas que me levava de regresso a casa. A viagem foi agradável, de novo no meio de dois indianos e a ver muitos filmes.
Por esta altura já estava com o chip ligado nos preços indianos e estranhei, quando, no aeroporto de Londres paguei por uma sandes, o mesmo que paguei por uma noite num hotel de três estrelas em Bangalore!
Quando aterrei em Lisboa, cansada, exausta e vestida à indiana pensei…estou em CASA!
Olhando três meses para trás penso:
Com a alegria de saber que tinha a oportunidade de fazer um estágio no estrangeiro com o IAESTE veio também a agonia da escolha do local….deixa cá ver qual será o país que me proporcionará o maior dsafio? Índia, é isso! No entanto, depois de tomada a decisão, marcada a viagem e tratados todos os pormenores veio a duvida: mas o que é que me passou pela cabeça para querer ir para a Índia sozinha durante 3 meses????
Mas agora, já regressada a Portugal, percebo que esta estadia na Índia foi a viagem da minha vida e uma experiencia que nunca vou esquecer. Conheci pessoas fantásticas, testei os meus limites e vivi num país cheio de contrastes que tem tanto de mágico como de estarnho!
Regresso com a certeza que nunca mais vou ter a vida que tive na Índia:
trabalhar das 9:30 às 16:30;
duas horas de almoço;
não cozinhar;
não limpar;
não lavar roupa (sou a interior..ah ah)
jantar fora todos os dias com os amigos todos
fazer refeições completas por dois euros
ter 100 sms de borla por dia
viagar todos os fins de semana
estar em contante contacto com as mais diversas culturas
e principalmente...passar dias inteiros a rir desalmadamente
Aconselho a todos a experimentar!
Adeus e até uma proxima aventura!
De volta a Kapu Beach
O meu amor pela praia e a boa imrpessão causada pela Kapu ou Kaup Beach, como queiram, não iria pormitir que eu não passasse todos os momentos disponiveis a tentar ir À praia, mesmoq eu para lá chegar fosse quase uma hora e meia de caminho!
Assim, na manhã do meu ultimo dia em Manipal, peguei em mim, na Daniela, no Mike e no Nick Nebraska e pus-me a caminho da praia.
Desta vez, já não eramos tenrinhos e fomos para o lado norte para não sermos muito observados por todos.
Passamos a manhã toda dentro de água, até que a Dani se cansou e foi ler para baixo do nosso umbrella. Passado um bocado, um grupo de 6 pescadores aproxima-se e começa a falar com ela rodeando-a. Que bem educado da parte deles….
Quando nos apercebemos, o Nick e o Mike vão ter com ela e salvam-na da situação, visto que ela ficou mesmo assustada.
Tirando este episodio caricato, foi uma manhã muito bem passada, entre as águas quentes do mar arábico e as areias brancas rodeadas de palmeiras da Índia. Apanhei um belo escaldão (é o que acontece quando n se poe uma gota de protector solar e se passam horas infindaveis ao sol) e deixa lá belas recordações.
E foi lá que passei a manha do meu último dia em Manipal
Assim, na manhã do meu ultimo dia em Manipal, peguei em mim, na Daniela, no Mike e no Nick Nebraska e pus-me a caminho da praia.Desta vez, já não eramos tenrinhos e fomos para o lado norte para não sermos muito observados por todos.
Passamos a manhã toda dentro de água, até que a Dani se cansou e foi ler para baixo do nosso umbrella. Passado um bocado, um grupo de 6 pescadores aproxima-se e começa a falar com ela rodeando-a. Que bem educado da parte deles….
Quando nos apercebemos, o Nick e o Mike vão ter com ela e salvam-na da situação, visto que ela ficou mesmo assustada.
Tirando este episodio caricato, foi uma manhã muito bem passada, entre as águas quentes do mar arábico e as areias brancas rodeadas de palmeiras da Índia. Apanhei um belo escaldão (é o que acontece quando n se poe uma gota de protector solar e se passam horas infindaveis ao sol) e deixa lá belas recordações.
E foi lá que passei a manha do meu último dia em Manipal
Noite internacional do IAESTE
Estava eu a caminho de Manipal, de volta da minha segunda ida a Goa, quando recebo uma sms das minhas tugas a dizer que o pessoal do IAESTE quer que a gente faça uma actuação de alguma coisa tipicamente portuguesa para a noite internacional do IAESTE.
Ora bem, este evento é praticamente uma gala em que tínhamos que nos vestir à indiana e actuar perante pessoas importantíssimas do MIT, entre eles o meu professor. E nós a termos que actuar…ai ai, nas coisas que eu me meto!
A ideia era as meninas cantarem o Malhão Malhão e a Laurindinha enquanto o Afonso tocava djambé! Ora aí está a receita para o sucesso!
O evento era na sala de conferencias do Valley View Hotel, a 300 metros da nossa casa. Como bons portugueses que somos, chegamos atrasados e sem nada preparado nem ensaiado. E quase que perdemos o início das hostilidades que é feiro com um discurso todo formal dos, muito preocupados, membros do IAESTE.
O espectáculo começa com a actuação dos Nick com o Benoir a cantar e tocar muito bem uma musica que eles próprios escreveram….começava bem! De seguida foram as Jelenas (servia e croata) que cantaram uma música em hindi que tinham estado uma semana a ensaiar…. estávamos destinados a ser humilhados…..
A terceira actuação já não vimos porque nos chamaram para os bastidores…nós éramos a seguir! Lá atrás do palco, decidimos mesmo o que íamos cantar, por que ordem e revíamos as letras enquanto o Afonso tentava perceber como é que ia tocar o djambé, que ainda hoje permanece o mistério de onde é que ele foi desencantar aquilo.
Assim que entramos em palco, dá-me imediatamente um ataque de riso por ver tanta luz apontada a mim…ia correr bem ia.
Começamos por cantar a Laurindinha. Sempre com alegria e um sorriso nos lábios, a bater palmas e a evitar, sempre que possível, olhar para a audiência, na qual se encontrava o meu professor.
Curiosamente, esquecemo-nos as três da última estrofe e desatamo-nos a rir umas para as outras enquanto o Afonso se esforçava para não perder o seu ritmo (1, 2, 1, 2, 3!!!). A Francisca salva a situação ao dizer: Now, another song!
E aí começa a alegria, o Malhão Malhão… Desta vez já não nos engana e corre tudo bem. Acabamos a agradecer com um sonoro e pausado “Obrigada” e descemos para os bastidores onde, assim que olhamos uns para os outros, nos desmanchamos a rir! Rimos tanto que até com a música da actuação seguinte, nos conseguiram ouvir na plateia!
Esta actuação era a das meninas mexicanas. Ambas meninas dos bailados, tinham estado a tarde toda a ensaiar uma coreografia excelente feita por elas que interpretaram com uma graciosidade e sensualidade tais que estava a ver que os professores todos se passavam e as expulsavam da Índia.
Por último foram as espanholas que fizeram uma caricatura do que era um dia normal em Espanha e na índia!
Nós fomos claramente a desgraça daquele evento.

Ora bem, este evento é praticamente uma gala em que tínhamos que nos vestir à indiana e actuar perante pessoas importantíssimas do MIT, entre eles o meu professor. E nós a termos que actuar…ai ai, nas coisas que eu me meto!
A ideia era as meninas cantarem o Malhão Malhão e a Laurindinha enquanto o Afonso tocava djambé! Ora aí está a receita para o sucesso!
O espectáculo começa com a actuação dos Nick com o Benoir a cantar e tocar muito bem uma musica que eles próprios escreveram….começava bem! De seguida foram as Jelenas (servia e croata) que cantaram uma música em hindi que tinham estado uma semana a ensaiar…. estávamos destinados a ser humilhados…..
A terceira actuação já não vimos porque nos chamaram para os bastidores…nós éramos a seguir! Lá atrás do palco, decidimos mesmo o que íamos cantar, por que ordem e revíamos as letras enquanto o Afonso tentava perceber como é que ia tocar o djambé, que ainda hoje permanece o mistério de onde é que ele foi desencantar aquilo.
Assim que entramos em palco, dá-me imediatamente um ataque de riso por ver tanta luz apontada a mim…ia correr bem ia.

Começamos por cantar a Laurindinha. Sempre com alegria e um sorriso nos lábios, a bater palmas e a evitar, sempre que possível, olhar para a audiência, na qual se encontrava o meu professor.
Curiosamente, esquecemo-nos as três da última estrofe e desatamo-nos a rir umas para as outras enquanto o Afonso se esforçava para não perder o seu ritmo (1, 2, 1, 2, 3!!!). A Francisca salva a situação ao dizer: Now, another song!
E aí começa a alegria, o Malhão Malhão… Desta vez já não nos engana e corre tudo bem. Acabamos a agradecer com um sonoro e pausado “Obrigada” e descemos para os bastidores onde, assim que olhamos uns para os outros, nos desmanchamos a rir! Rimos tanto que até com a música da actuação seguinte, nos conseguiram ouvir na plateia!
Esta actuação era a das meninas mexicanas. Ambas meninas dos bailados, tinham estado a tarde toda a ensaiar uma coreografia excelente feita por elas que interpretaram com uma graciosidade e sensualidade tais que estava a ver que os professores todos se passavam e as expulsavam da Índia.
Por último foram as espanholas que fizeram uma caricatura do que era um dia normal em Espanha e na índia!
Nós fomos claramente a desgraça daquele evento.
Seguiu-se um óptimo jantar indiano. É impressionante como a comida indiana, quando bem cozinhada, mesmo com um bocadinho de picante pode ser excelente. Até lambemos os dedos…literalmente!
Para nosso espanto, durante o jantar todos nos vieram felicitar pela nossa actuação. Tinham todos ficado muito bem impressionados com a alegria da música portuguesa. Um dos indianos chegou a dizer: vocês estavam tão bem ensaiados!! Enganamo-los bem, pelos vistos..

Para nosso espanto, durante o jantar todos nos vieram felicitar pela nossa actuação. Tinham todos ficado muito bem impressionados com a alegria da música portuguesa. Um dos indianos chegou a dizer: vocês estavam tão bem ensaiados!! Enganamo-los bem, pelos vistos..A festarola seguiu para o Edge. Nunca tínhamos saído todos juntos e estamos todos com um belo espírito e fatamo-nos de dançar e gozar tudo mais. A noite acabou quando, à uma da manha, nos expulsaram da discoteca. Já cá fora, pediram-nos para fazermos um encore da nossa actuação. Contra todas as expectativas, fomos um verdadeiro sucesso. Giro, giro foi quando nos
pediram para explicar o significado das nossas letras. Ora, Malhão….Malhão, is a guy, a guy that eats and drinks all the time and Laurindinha is a girl that stays at the window watching her love that is going off to war!
Foi neste ponto que os desapontamos: as vossas letras eram sobre isso??? Os portugueses são estranhos, hã!
Foi neste ponto que os desapontamos: as vossas letras eram sobre isso??? Os portugueses são estranhos, hã!
Sunday, February 17, 2008
Conferência Ambiental do MIT
Antes de irmos para Goa, o meu professor brindou-me com um convite especial: assistir à conferência sobre energia e desenvolvimento sustentável que o departamento estava a organizar no âmbito das comemorações dos 50 anos do MIT. Era num fim-de-semana e estragava-me um bocado os planos, mas como já tinha os dias de semana livre e o senhor ficava contente lá fui.
A conferência é iniciada com um cântico e o acender de uma lamparina….uma coisa surreal que nem aprecia que estávamos numa conferência séria e de gente adulta.
Segue-se toda uma panóplia de discursos e oradores que era seguido sempre por elogios muito bem ensaiados pelos moderadores.

O almoço foi servido no átrio para os famosos pratos e tacinhas de metal. Estava tudo óptimo, tudo o que não era picante! No entanto foi estranho ver tudo o que era professores e pessoas importantes a comer com as mãos sem guardanapos.
A tarde seguiu-se igual à manhã. Uma séria de discursos que se enfatizava a importância de a Índia implementar Sistemas de Gestão Ambiental nas empresas, o próprio conceito de SGA e afins. Tudo coisas super modernas!
À noite fomos convidadas, eu, a Dani e a Tessa, para um jantar todo finório no até agora desconhecido terceiro andar do Food Courts. Mais uma vez a comida estava óptima e se duvidas houvesse, ficou provado que a comida indiana é muito boa quando bem cozinhada. Claramente, a messe não é o melhor ponto de amostragem no que toca a este assunto. Durante o jantar, meu professor apresentou-me um colega dele, ex-aluno que agora estava a viver nos states e era responsável por uma coisa qualquer importante que eu, de momento, não me lembro. Eu, seguindoas regras de boa educação, apertei a mão ao senhor, coisa que o deixou muito encavacado. My bad! Com quase três meses de Índia já devia saber que não é assim que as coisas se fazem…
Já o outro dia foi completamente diferente. Em todos os discursos da manhã, foi mencionada a nossa presença e como era benéfica para todos. Durante uma apresentação sobre energia nuclear, o meu professor chama-me ao pé dele e pergunta-me se não quero intervir. Eu, na minha inocência, pensava que era uma boquinha por ter passado o tempo todo calada sem fazer perguntas nenhumas. Digo-lhe um pouco a medo, que realmente a energia nuclear não era nem de longe nem de perto a minha praia e não teria nada a dizer sobre o assunto. Ao que ele me responde que não, que queria que eu subisse ao palanque para falar de mim, do meu país e do que estou a achar da minha experiencia indiana e que o convite não era só para mim, mas era também extensível às outras três, visto que no segundo dia a Elena já se tinha juntado a nós. Por muita vergonha que tivesse não havia maneira de recusar. Ainda tentei argumentar que não tinha nada preparado e tal, mas ele n se importou com isso, o importante era mostrar-nos. E terminou com: tens meia hora para falar!!!!!

Passamos o almoço, que mais uma vez estava delicioso, a agonizar sobre o que iríamos dizer.....já que teríamos meia hora para falar! A sala dos pc tinha estado fechada à hora de almoço e nem sequer uma apresentaçãozinha com umas imagemzecas da Europa e dos nossos países tínhamos.
Começa a sessão da tarde. Um dos moderadores inicia o discurso dizendo que é com muita honra que têm presente estudantes estrangeiros e que agora vamos conhece-las melhor. Primeiro vou eu e inicio o discurso com uma saudação em Kannada, o dialecto de Karnataka, coisa que os emociona muito. Falo uns bons 50 segundos sobre de onde venho e o que estou ali a fazer…pareceu uma eternidade! Seguem-se a Daniela, a Elena e por último a Tessa que, como é muito próprio dela, foi a que falou mais tempo. E desta vez são os nosso discursos que são elogiados com palavras ensaiadas!!
No final da conferencia, não faltaram os oradores que disseram que a conferencia nacional de ambiente passava a ser internacional por nossa causa….enfim….na Índia, sinto-me uma celebridade.
A conferência é iniciada com um cântico e o acender de uma lamparina….uma coisa surreal que nem aprecia que estávamos numa conferência séria e de gente adulta.
Segue-se toda uma panóplia de discursos e oradores que era seguido sempre por elogios muito bem ensaiados pelos moderadores.
O almoço foi servido no átrio para os famosos pratos e tacinhas de metal. Estava tudo óptimo, tudo o que não era picante! No entanto foi estranho ver tudo o que era professores e pessoas importantes a comer com as mãos sem guardanapos.
A tarde seguiu-se igual à manhã. Uma séria de discursos que se enfatizava a importância de a Índia implementar Sistemas de Gestão Ambiental nas empresas, o próprio conceito de SGA e afins. Tudo coisas super modernas!
Já o outro dia foi completamente diferente. Em todos os discursos da manhã, foi mencionada a nossa presença e como era benéfica para todos. Durante uma apresentação sobre energia nuclear, o meu professor chama-me ao pé dele e pergunta-me se não quero intervir. Eu, na minha inocência, pensava que era uma boquinha por ter passado o tempo todo calada sem fazer perguntas nenhumas. Digo-lhe um pouco a medo, que realmente a energia nuclear não era nem de longe nem de perto a minha praia e não teria nada a dizer sobre o assunto. Ao que ele me responde que não, que queria que eu subisse ao palanque para falar de mim, do meu país e do que estou a achar da minha experiencia indiana e que o convite não era só para mim, mas era também extensível às outras três, visto que no segundo dia a Elena já se tinha juntado a nós. Por muita vergonha que tivesse não havia maneira de recusar. Ainda tentei argumentar que não tinha nada preparado e tal, mas ele n se importou com isso, o importante era mostrar-nos. E terminou com: tens meia hora para falar!!!!!
Passamos o almoço, que mais uma vez estava delicioso, a agonizar sobre o que iríamos dizer.....já que teríamos meia hora para falar! A sala dos pc tinha estado fechada à hora de almoço e nem sequer uma apresentaçãozinha com umas imagemzecas da Europa e dos nossos países tínhamos.
Começa a sessão da tarde. Um dos moderadores inicia o discurso dizendo que é com muita honra que têm presente estudantes estrangeiros e que agora vamos conhece-las melhor. Primeiro vou eu e inicio o discurso com uma saudação em Kannada, o dialecto de Karnataka, coisa que os emociona muito. Falo uns bons 50 segundos sobre de onde venho e o que estou ali a fazer…pareceu uma eternidade! Seguem-se a Daniela, a Elena e por último a Tessa que, como é muito próprio dela, foi a que falou mais tempo. E desta vez são os nosso discursos que são elogiados com palavras ensaiadas!!
No final da conferencia, não faltaram os oradores que disseram que a conferencia nacional de ambiente passava a ser internacional por nossa causa….enfim….na Índia, sinto-me uma celebridade.

Coisas estranhas/surreais que ainda acontecem na india

Esta actriz, que eu ao fim deste tempo todo nunca cheguei a perceber como se chamava, era praticamente a rainha da Índia. Estava em todo o lado, em todos os anuncios e filmes. Enquanto lá estive casou com outra estrela de cinema. Um que fazia da par romantico com ela num filme. São os Beckhams da Índia!
Indiano de risca amarela na cabeça: Tu és do Dubai!
Magui: Não, sou portuguesa…de Portugal.
IRAC: humm…….
Magui: Na Europa?
IRAC: hum……..
Magui: Ao pé de Espanha.
IRAC: Ah Spain! E a que deus é que rezam lá?
Magui:…a…..nós somos catolicos, so temos um deus.
IRAC: Sim, mas como se chama?
Magui: Não tem nome, é só deus.
IRAC: então não são budistas?
Ao que eu abanei a cabeça e sorri, coisa que muito o agradou!


E foi neste estado que o Sebastian ficou!
Uma outra coisa estranha que está semrpe a acontecer…..bem, não bem estranha, é apenas esquisito (muito diferentes estas palavras…) estar sempre a esbarrar com livros de Paulo Coelho por toda a parte. De Manipal a Cochim, em todas as livrarias em que entrei, o que não faltavam, era exemplares dos livros dele traduzido em várias linguas….. Relamente, deve ser mesmo o escritor portugues mais lido em todo o mundo!
Ao fim de dois meses de ir para ao laboratorio todos os dias, o responsavel das instalações decidiu ir falar comigo…nunca antes me tinha dito bm dia sequer:
Indiano de risca amarela na cabeça: Tu és do Dubai!
Magui: Não, sou portuguesa…de Portugal.
IRAC: humm…….
Magui: Na Europa?
IRAC: hum……..
Magui: Ao pé de Espanha.
IRAC: Ah Spain! E a que deus é que rezam lá?
Magui:…a…..nós somos catolicos, so temos um deus.
IRAC: Sim, mas como se chama?
Magui: Não tem nome, é só deus.
IRAC: então não são budistas?
Ao que eu abanei a cabeça e sorri, coisa que muito o agradou!
Os meus queridos colegas decidiram ir jogar à bola. Ora, eles não equacionaram o tipo de terreno com o estado atmosferico. O resultado foi esta espécie de futebol na lama!

E foi neste estado que o Sebastian ficou!
Uma outra coisa estranha que está semrpe a acontecer…..bem, não bem estranha, é apenas esquisito (muito diferentes estas palavras…) estar sempre a esbarrar com livros de Paulo Coelho por toda a parte. De Manipal a Cochim, em todas as livrarias em que entrei, o que não faltavam, era exemplares dos livros dele traduzido em várias linguas….. Relamente, deve ser mesmo o escritor portugues mais lido em todo o mundo!
Por falar em portugues, na ultima visita que fiz a Goa, na viagem de taxi entre Goa Velha e Anjuna o taxiste disse claramente, e com um garnde sorriso nos lábios, que eu como era a mais gorda devia ir à frente! E o mais interessante é que um dos nosso era um alemão gigante que nunca cabia em lado nenhum!!!
Gozamos com os indianos, mas os turistas ta,bém deixam muito a desejar
Mas esta é, com certeza, a ocasião mais estranha! Aulas de salsa na Índia….dadas por um indiano. Eramos 10, cinco pares, entre centenas (sem exagero...deviamos ser uns 200) de indianos a ter aulas no meio de uma confusão impressionante e de um cheiro a suor que a monção inacabavel não disfarçava. ao fim de 5 dias de aulas, eu e o meu partener Nick 3 estavamos imbativeis. ah ah ah
É assim que é vendido o peixe em Manipal

Muito gostavam estas senhoras de se entar em cima do lixo com o porco como companhia! Vai um carapauzinho grelhado???
Engenharia Sanitária na Índia:
Os gostosões da Índia:

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