Sunday, February 17, 2008
Conferência Ambiental do MIT
Antes de irmos para Goa, o meu professor brindou-me com um convite especial: assistir à conferência sobre energia e desenvolvimento sustentável que o departamento estava a organizar no âmbito das comemorações dos 50 anos do MIT. Era num fim-de-semana e estragava-me um bocado os planos, mas como já tinha os dias de semana livre e o senhor ficava contente lá fui.
A conferência é iniciada com um cântico e o acender de uma lamparina….uma coisa surreal que nem aprecia que estávamos numa conferência séria e de gente adulta.
Segue-se toda uma panóplia de discursos e oradores que era seguido sempre por elogios muito bem ensaiados pelos moderadores.

O almoço foi servido no átrio para os famosos pratos e tacinhas de metal. Estava tudo óptimo, tudo o que não era picante! No entanto foi estranho ver tudo o que era professores e pessoas importantes a comer com as mãos sem guardanapos.
A tarde seguiu-se igual à manhã. Uma séria de discursos que se enfatizava a importância de a Índia implementar Sistemas de Gestão Ambiental nas empresas, o próprio conceito de SGA e afins. Tudo coisas super modernas!
À noite fomos convidadas, eu, a Dani e a Tessa, para um jantar todo finório no até agora desconhecido terceiro andar do Food Courts. Mais uma vez a comida estava óptima e se duvidas houvesse, ficou provado que a comida indiana é muito boa quando bem cozinhada. Claramente, a messe não é o melhor ponto de amostragem no que toca a este assunto. Durante o jantar, meu professor apresentou-me um colega dele, ex-aluno que agora estava a viver nos states e era responsável por uma coisa qualquer importante que eu, de momento, não me lembro. Eu, seguindoas regras de boa educação, apertei a mão ao senhor, coisa que o deixou muito encavacado. My bad! Com quase três meses de Índia já devia saber que não é assim que as coisas se fazem…
Já o outro dia foi completamente diferente. Em todos os discursos da manhã, foi mencionada a nossa presença e como era benéfica para todos. Durante uma apresentação sobre energia nuclear, o meu professor chama-me ao pé dele e pergunta-me se não quero intervir. Eu, na minha inocência, pensava que era uma boquinha por ter passado o tempo todo calada sem fazer perguntas nenhumas. Digo-lhe um pouco a medo, que realmente a energia nuclear não era nem de longe nem de perto a minha praia e não teria nada a dizer sobre o assunto. Ao que ele me responde que não, que queria que eu subisse ao palanque para falar de mim, do meu país e do que estou a achar da minha experiencia indiana e que o convite não era só para mim, mas era também extensível às outras três, visto que no segundo dia a Elena já se tinha juntado a nós. Por muita vergonha que tivesse não havia maneira de recusar. Ainda tentei argumentar que não tinha nada preparado e tal, mas ele n se importou com isso, o importante era mostrar-nos. E terminou com: tens meia hora para falar!!!!!

Passamos o almoço, que mais uma vez estava delicioso, a agonizar sobre o que iríamos dizer.....já que teríamos meia hora para falar! A sala dos pc tinha estado fechada à hora de almoço e nem sequer uma apresentaçãozinha com umas imagemzecas da Europa e dos nossos países tínhamos.
Começa a sessão da tarde. Um dos moderadores inicia o discurso dizendo que é com muita honra que têm presente estudantes estrangeiros e que agora vamos conhece-las melhor. Primeiro vou eu e inicio o discurso com uma saudação em Kannada, o dialecto de Karnataka, coisa que os emociona muito. Falo uns bons 50 segundos sobre de onde venho e o que estou ali a fazer…pareceu uma eternidade! Seguem-se a Daniela, a Elena e por último a Tessa que, como é muito próprio dela, foi a que falou mais tempo. E desta vez são os nosso discursos que são elogiados com palavras ensaiadas!!
No final da conferencia, não faltaram os oradores que disseram que a conferencia nacional de ambiente passava a ser internacional por nossa causa….enfim….na Índia, sinto-me uma celebridade.
A conferência é iniciada com um cântico e o acender de uma lamparina….uma coisa surreal que nem aprecia que estávamos numa conferência séria e de gente adulta.
Segue-se toda uma panóplia de discursos e oradores que era seguido sempre por elogios muito bem ensaiados pelos moderadores.
O almoço foi servido no átrio para os famosos pratos e tacinhas de metal. Estava tudo óptimo, tudo o que não era picante! No entanto foi estranho ver tudo o que era professores e pessoas importantes a comer com as mãos sem guardanapos.
A tarde seguiu-se igual à manhã. Uma séria de discursos que se enfatizava a importância de a Índia implementar Sistemas de Gestão Ambiental nas empresas, o próprio conceito de SGA e afins. Tudo coisas super modernas!
Já o outro dia foi completamente diferente. Em todos os discursos da manhã, foi mencionada a nossa presença e como era benéfica para todos. Durante uma apresentação sobre energia nuclear, o meu professor chama-me ao pé dele e pergunta-me se não quero intervir. Eu, na minha inocência, pensava que era uma boquinha por ter passado o tempo todo calada sem fazer perguntas nenhumas. Digo-lhe um pouco a medo, que realmente a energia nuclear não era nem de longe nem de perto a minha praia e não teria nada a dizer sobre o assunto. Ao que ele me responde que não, que queria que eu subisse ao palanque para falar de mim, do meu país e do que estou a achar da minha experiencia indiana e que o convite não era só para mim, mas era também extensível às outras três, visto que no segundo dia a Elena já se tinha juntado a nós. Por muita vergonha que tivesse não havia maneira de recusar. Ainda tentei argumentar que não tinha nada preparado e tal, mas ele n se importou com isso, o importante era mostrar-nos. E terminou com: tens meia hora para falar!!!!!
Passamos o almoço, que mais uma vez estava delicioso, a agonizar sobre o que iríamos dizer.....já que teríamos meia hora para falar! A sala dos pc tinha estado fechada à hora de almoço e nem sequer uma apresentaçãozinha com umas imagemzecas da Europa e dos nossos países tínhamos.
Começa a sessão da tarde. Um dos moderadores inicia o discurso dizendo que é com muita honra que têm presente estudantes estrangeiros e que agora vamos conhece-las melhor. Primeiro vou eu e inicio o discurso com uma saudação em Kannada, o dialecto de Karnataka, coisa que os emociona muito. Falo uns bons 50 segundos sobre de onde venho e o que estou ali a fazer…pareceu uma eternidade! Seguem-se a Daniela, a Elena e por último a Tessa que, como é muito próprio dela, foi a que falou mais tempo. E desta vez são os nosso discursos que são elogiados com palavras ensaiadas!!
No final da conferencia, não faltaram os oradores que disseram que a conferencia nacional de ambiente passava a ser internacional por nossa causa….enfim….na Índia, sinto-me uma celebridade.

Coisas estranhas/surreais que ainda acontecem na india

Esta actriz, que eu ao fim deste tempo todo nunca cheguei a perceber como se chamava, era praticamente a rainha da Índia. Estava em todo o lado, em todos os anuncios e filmes. Enquanto lá estive casou com outra estrela de cinema. Um que fazia da par romantico com ela num filme. São os Beckhams da Índia!
Indiano de risca amarela na cabeça: Tu és do Dubai!
Magui: Não, sou portuguesa…de Portugal.
IRAC: humm…….
Magui: Na Europa?
IRAC: hum……..
Magui: Ao pé de Espanha.
IRAC: Ah Spain! E a que deus é que rezam lá?
Magui:…a…..nós somos catolicos, so temos um deus.
IRAC: Sim, mas como se chama?
Magui: Não tem nome, é só deus.
IRAC: então não são budistas?
Ao que eu abanei a cabeça e sorri, coisa que muito o agradou!


E foi neste estado que o Sebastian ficou!
Uma outra coisa estranha que está semrpe a acontecer…..bem, não bem estranha, é apenas esquisito (muito diferentes estas palavras…) estar sempre a esbarrar com livros de Paulo Coelho por toda a parte. De Manipal a Cochim, em todas as livrarias em que entrei, o que não faltavam, era exemplares dos livros dele traduzido em várias linguas….. Relamente, deve ser mesmo o escritor portugues mais lido em todo o mundo!
Ao fim de dois meses de ir para ao laboratorio todos os dias, o responsavel das instalações decidiu ir falar comigo…nunca antes me tinha dito bm dia sequer:
Indiano de risca amarela na cabeça: Tu és do Dubai!
Magui: Não, sou portuguesa…de Portugal.
IRAC: humm…….
Magui: Na Europa?
IRAC: hum……..
Magui: Ao pé de Espanha.
IRAC: Ah Spain! E a que deus é que rezam lá?
Magui:…a…..nós somos catolicos, so temos um deus.
IRAC: Sim, mas como se chama?
Magui: Não tem nome, é só deus.
IRAC: então não são budistas?
Ao que eu abanei a cabeça e sorri, coisa que muito o agradou!
Os meus queridos colegas decidiram ir jogar à bola. Ora, eles não equacionaram o tipo de terreno com o estado atmosferico. O resultado foi esta espécie de futebol na lama!

E foi neste estado que o Sebastian ficou!
Uma outra coisa estranha que está semrpe a acontecer…..bem, não bem estranha, é apenas esquisito (muito diferentes estas palavras…) estar sempre a esbarrar com livros de Paulo Coelho por toda a parte. De Manipal a Cochim, em todas as livrarias em que entrei, o que não faltavam, era exemplares dos livros dele traduzido em várias linguas….. Relamente, deve ser mesmo o escritor portugues mais lido em todo o mundo!
Por falar em portugues, na ultima visita que fiz a Goa, na viagem de taxi entre Goa Velha e Anjuna o taxiste disse claramente, e com um garnde sorriso nos lábios, que eu como era a mais gorda devia ir à frente! E o mais interessante é que um dos nosso era um alemão gigante que nunca cabia em lado nenhum!!!
Gozamos com os indianos, mas os turistas ta,bém deixam muito a desejar
Mas esta é, com certeza, a ocasião mais estranha! Aulas de salsa na Índia….dadas por um indiano. Eramos 10, cinco pares, entre centenas (sem exagero...deviamos ser uns 200) de indianos a ter aulas no meio de uma confusão impressionante e de um cheiro a suor que a monção inacabavel não disfarçava. ao fim de 5 dias de aulas, eu e o meu partener Nick 3 estavamos imbativeis. ah ah ah
É assim que é vendido o peixe em Manipal

Muito gostavam estas senhoras de se entar em cima do lixo com o porco como companhia! Vai um carapauzinho grelhado???
Engenharia Sanitária na Índia:
Os gostosões da Índia:

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